"O mundo acaba hoje eu estarei dançando com você." - Dançando | Agridoce
Se o mundo acabasse hoje, eu estaria dançando, comigo mesma e meus pensamentos, a música mais doce e calma. Se o mundo acabasse hoje, eu estaria numa alegria imensurável e partiria com sorriso de orelha à orelha, sem olhar para trás. Se o mundo acabasse hoje, eu teria o último momento como um dos mais felizes da minha vida!
Hoje foi o primeiro show de Agridoce na capital carioca. Alguns meses atrás ficávamos só com os olhinhos brilhando ao ver as fotos e vídeos dos shows em Sampa e imaginando como isso deveria ser esquesito, maravilhoso e inesquecível ao vivo, bem diante de nós. Digo esquesito, pois encarar o novo de frente dá medo, receio, preocupação... faz-no disparar a válvula de emergência do cuidado, do "pé atrás", da precaução; E, para nós que acompanhamos a "banda - Pitty- de rock" há quase 8 anos, é "esquesito" (ou qualquer sentimento que beire o estranhamento) olhar para o palco e ver que faltam dois ali - Duda e Joe. Ver que a bateria e o baixo são inexistentes... logo estes que são opostos que se completam e se permitem existir dentro de uma banda. Sabemos que se trata de um projeto paralelo, uma válvula de escape da "pauleira" para uma pegada mais "Drake", mais natureba, tranquila, calma, apaziguador e quase (ou totalmente, dependendo do ângulo) exorcista sentimentalizadora... sim, entendemos isso, mas aqui a questão é "costume".
E foi quebrando esse costume de anos que enfrentamos "a novidade" desses músicos tão polilaterais e vastamente inteligentes, sagazes e entregues, que são capazes de se virarem do avesso sem perder suas mais preciosas qualidades musicais. Fomos ao show movidos pela curiosidade de ver como a coisa ficaria ao vivo, ali na hora, a vibe, a entrega, o diferente... e depois de um dia muito difícil (mais de 10 horas de filas, sol quente, fome/sede, alvos de olhares curiosos, etc), podemos dizer que a magia existente naquele palco Agridoce era única, ímpar, inexplicável, incomparável com qualquer coisa já feita por eles. Uma magia que não se deve ser posta acima ou abaixo da que há nos shows da banda Pitty, mas sim, deve ser somada, agregada.
Durante todo o show, as lágrimas rolavam, não só as minhas, mas as de muita gente. Era só olhar em volta para ver e sentir o jeito singular que a música chegava para cada fã, para cada pessoa que estava naquele teatro, escutando aquelas 13 músicas (às vesperas do dia 13/12) como se fosse a última vez.
Após o show, eu saí com um turbilhão de sensações até então desconhecidas por mim: sentia tristeza por ter acabado e agonia por não saber quando teria aquele show de novo; Sentia uma alegria genuína de ter tido a honra de ter escutado cada segundo daquelas composições; Sentia que o orgulho que eu tenho dos "meus músicos favoritos" é renovado a cada vez que posso comprovar isso; Sentia que eu poderia ficar no repeat por horas a fio, quase como uma terapia ideológica; Sentia que o medo que havia antes, tinha sumido completamente; Sentia vontade de chorar e sorrir ao mesmo tempo; Sentia vontade de agradecer à Priscilla e Martin pelo o que eles representam para mim e que eles não têm a mínima noção disso; Sentia que eu poderia ser feliz por aquela noite, esquecendo o mundo lá fora.

E foi quebrando esse costume de anos que enfrentamos "a novidade" desses músicos tão polilaterais e vastamente inteligentes, sagazes e entregues, que são capazes de se virarem do avesso sem perder suas mais preciosas qualidades musicais. Fomos ao show movidos pela curiosidade de ver como a coisa ficaria ao vivo, ali na hora, a vibe, a entrega, o diferente... e depois de um dia muito difícil (mais de 10 horas de filas, sol quente, fome/sede, alvos de olhares curiosos, etc), podemos dizer que a magia existente naquele palco Agridoce era única, ímpar, inexplicável, incomparável com qualquer coisa já feita por eles. Uma magia que não se deve ser posta acima ou abaixo da que há nos shows da banda Pitty, mas sim, deve ser somada, agregada.
Durante todo o show, as lágrimas rolavam, não só as minhas, mas as de muita gente. Era só olhar em volta para ver e sentir o jeito singular que a música chegava para cada fã, para cada pessoa que estava naquele teatro, escutando aquelas 13 músicas (às vesperas do dia 13/12) como se fosse a última vez.
Após o show, eu saí com um turbilhão de sensações até então desconhecidas por mim: sentia tristeza por ter acabado e agonia por não saber quando teria aquele show de novo; Sentia uma alegria genuína de ter tido a honra de ter escutado cada segundo daquelas composições; Sentia que o orgulho que eu tenho dos "meus músicos favoritos" é renovado a cada vez que posso comprovar isso; Sentia que eu poderia ficar no repeat por horas a fio, quase como uma terapia ideológica; Sentia que o medo que havia antes, tinha sumido completamente; Sentia vontade de chorar e sorrir ao mesmo tempo; Sentia vontade de agradecer à Priscilla e Martin pelo o que eles representam para mim e que eles não têm a mínima noção disso; Sentia que eu poderia ser feliz por aquela noite, esquecendo o mundo lá fora.
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